segunda-feira, 1 de março de 2010

A Crueldade Humana

...o repórter, com isso, acreditou que a crueldade humana estava vencendo tudo. Vencera até a tentativa de paz, a busca por um protetor que já não mais existe.  Baixou a cabeça e olhou para o infinito cercado de vales e montanhas. Em sua face, a opressão de um grito calado. O desamparo. E então foi ele que se sentiu órfão.

Trecho do conto: Eterno Seresteiro
Autor: Eugênio Goussinsky